terça-feira, agosto 29, 2017

TEMAS DA ATUALIDADE - ENEM 2017

O DISCURSO DO ÓDIO NAS REDES SOCIAIS
O clima nas redes sociais tem se tornado, cada vez mais, de intolerância e ódio. Discussões acaloradas, ameaças e denúncias têm sido frequentes. Com essa infeliz realidade, é possível que o ENEM levante essa discussão aos estudantes.

O tema faz parte da realidade da maioria dos jovens e não deve causar dificuldade para argumentar. A dica é focar na proposta de intervenção e treinar detalhamentos de como amenizar essa situação.
CONTINUE LENDO

O BULLYING E O CYBERBULLYING
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = "valentão") que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas.
CONTINUE LENDO

MEIO AMBIENTE
Com a proximidade das provas do Exame nacional do Ensino Médio (ENEM), os estudantes ficam sempre atentos aos possíveis assuntos que provavelmente podem ser abordados pelas provas do exame, é o caso do meio ambiente, um assunto cada vez mais tratado e discutido pelo mundo.

PRECONCEITO RACIAL
Definição de preconceito racial: uma ideia estabelecida sem fundamento de que uma etnia humana é inferior a outra. As etnias dos seres humanos variam de acordo com características físicas e culturais.
Isto é preconceito, você sabia? Colocar apelidos nas pessoas negras; dizer que brasileiro tem sangue fraco por ser mestiço; comparar a cor branca como símbolo de limpeza e a cor preta representando sujeira etc.
CONTINUE LENDO

REDES SOCIAIS
Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns uma com a outra.

quinta-feira, junho 08, 2017

CONTO: VERÔNICA FUNQUEIRA

VERÔNICA FUNQUEIRA
By Elisandro Félix de Lima.

Favela Dos Maracás, madrugada de sexta-feira. Três badaladas no velho relógio de parede acordou Verônica. Sentiu-se úmida, a cama estava molhada, até pensou que fosse água da chuva, o barraco apresentava muitas brechas, tanto nas paredes como no teto. Não somente ali, também no chalé de toda a vizinhança. Um cheiro de carne espalhava-se pelos ares. Verônica certificou-se que um líquido escorria de suas entranhas. Esticou o braço, alcançando o interruptor da lâmpada, que clareou todo aquele quarto-sala-cozinha. E em seu ventre, uma pontada de dor. Parecia que uma espada lhe entrara pelo umbigo. Estava impossibilitada de levantar. Agoniada, com as dores que a cada minuto multiplicava em seu útero, juntou o lençol, fez dele uma rolha de pano e mordeu fortemente. O trapo impedia que seus vizinhos acordassem com os gritos de desespero. A água que agora molhava a cama era sua transpiração. A moça soprava o travesseiro, espremia-se, gemia e a cólera não cessava.
O velho relógio novamente badalava, agora por quatro vezes. Verônica, deitada de costa, arreganhou as pernas ao máximo que pôde, mordeu novamente a rolha de pano e com as mãos apertou firme a imensa e luzente barriga. Numa contagem de um a três em sua mente, soprou com muita força aquele lençol. Das suas entranhas escorregou uma criança aos berros. Como um passe de mágica as dores cessaram. Alcançou ali mesmo ao lado de sua cama, uma tesoura enferrujada, que mal cortava papel, mas que naquele momento lhe serviu de ferramenta. O que a separou do chorão.
Minutos depois, a criança dormia enrolada em panos umedecidos de água de parto. Assim, Verônica destrancou a porta do barraco, agarrou o pequenino entre os braços e saiu pisando macio pelos becos da favela. O silêncio era assombroso. Na descida do morro, ainda muito escuro, passou entre valetas e sobre pinguelas improvisadas, espremeu-se entre gretas, tropeçou em garrafas de birita, escorregou em lamaçal, atravessou a rua e caminhou pela avenida sentido centro da cidade.
Alguns passos depois, a claridade do dia começava aparecer - a moça com a criança entre os braços, atravessava uma ponte que dividia a favela de uma pequena região comercial – parou a bordo do precipício que media aproximadamente quatro metros – com um olhar tristonho, observou muitas rochas pontiagudas e pouca água que corria entre elas. Pensativa, deu mais um passo a frente, encostou o pé em uma pedrinha que rolou do alto até ser tocada sobre as maiores que lá embaixo estava. Verônica descobre o rosto da pequena criatura – de modo suave beija-o sobre a testa – olha para os lados, e não avista ninguém, a não ser um cachorro magricelo que procurava comida entre sacolas de lixo que muitos moradores da favela jogava a beira do penhasco. Uma lágrima rola dos olhos da moça, que cobre novamente o rostinho da criança. Um minuto a mais de pensamento, e um filme se passou em sua cabeça: sexo, drogas e baile funk. Um passo para trás e assim continuou sua caminhada.
As pernas da moça estavam bambas e o cansaço a dominava, quando então se aproximou da porta de uma creche conhecida por nome de “Pequenos e Inocentes”. O local atendia crianças da favela. Nesse momento a pequena criatura começou a chorar – era a fome que lhe apertava a barriga. A moça para não ser vista, rapidamente coloca a criança sobre o tapete de entrada e abre em fuga.
Ao passar pela ponte avista no bordo ?? , o cachorro que minutos atrás vira procurando comida – agonizava. Tinha sido atropelado por um veículo e assim como fez com a pedra, encostou o pé no animal e empurrou-o precipício abaixo. A longos passos subiu o morro, a vizinhança começava a despertar - entrou em seu barraco, recolheu todo lençol que as moscas já tomavam conta, lavou e estendeu-os em um pequeno varal dentro do chalé. Sentindo cansaço pelo esforço que fizera na madrugada, forrou a cama com um cobertor - deitou e dormiu.

Conto: À QUEIMA-ROUPA

 À QUEIMA-ROUPA
By Elisandro Félix de Lima

Era noite de sexta-feira, e a pequena cidade de Santana estava em festa, comemorava vinte anos de emancipação política. Após várias apresentações na principal avenida da cidade, um grande show com cantores regionais acontecia, era algo que se repetiam todos os anos. Santana, apesar de ser uma cidade nova, tinha o centro comercial muito bem organizado: lojas de confecções, bancos, supermercados, restaurantes, escritórios, hotéis, papelarias, bares, entre várias indústrias, que era o forte da cidade em geração de empregos.
Apesar de toda organização, há pouco tempo atrás, pessoas (sem teto) fizeram uma invasão num morro próximo a cidade. Antigamente nesse lugar, havia um grande plantio de graviola, depois que vários barracos foram construídos por lá, deram o nome de Morro da Graviola.
De qualquer forma, a população da pequena cidade, comentava que no morro morava muita gente boa, mas também acreditavam que o lugar seria esconderijo de maloqueiros. Certo preconceito?
Mas, voltando ao assunto da festa. Era aproximadamente vinte e três horas, e quase toda a população da cidade estava reunida na avenida principal. Era natural que numa noite como aquela, os bairros se esvaziassem.
Os irmãos Marcinho e Marcelo eram bem conhecidos por todos do Morro da Graviola. Gente boa! Faziam a passos largos a descida em direção ao centro da cidade para então participar da festa. Em questão de quinze minutos, já estariam no meio da multidão.
Numa certa rua, muito escura, daquelas que vândalos quebraram as iluminárias, os rapazes avistam um vulto, parecia ser duas pessoas que viriam em sua direção, na boca daquele vulto uma pequena brasa de cigarro que hora acendia, hora apagava parecia um vaga-lume.

O coração de Marcelo acelerou e o pensamento de Marcinho pressentiu que aquele vulto não seria boa coisa. Um grande estalo! E o vaga-lume acendeu mais forte, outro, e mais outro, e assim mais quatro barulhos ensurdecedores, cheiro de pólvora, a menos de cinco metros dos rapazes. Sem ao menos saber como, os irmãos já estavam amoitados no matagal, um ao lado do outro.
-Marcinho, você viu aquilo mano?
-Vi! A queima roupa. Quase nos acertou.
-Verdade! Achei que o cara estava atirando na gente.
-Foi não, foi naquele indivíduo ali no chão.
-Mano do céu, senti uma bala raspar minha cuca.
-E a pólvora está queimando meus olhos.
-Cara! Quem será que pipocou isso? Por que fez isso? Você viu a direção do doido?
-Sumiu como fumaça no espaço. E parece que o cara ali no chão já era! Quem será esse que levou a pior?
-Sei não.
-Aí Marcinho! Vamos dar o fora daqui? A coisa vai fedê.
-E se nós chamar os homens?
-Deixa isso pra lá, isso pode complicar, o cara já era mesmo.
-Quem sabe, ele pode está vivo!
-Que nada! Esse aí, já era! Vamos abrir fora!
-Sim! Você tem razão, vamos festeja a polícia que resolva isso depois.
E assim, os rapazes, ainda assombrados, saíram do matagal, pisando em lama, ao menos olharam para o cadáver.
O fato fez com que os rapazes chegassem ainda mais rápido ao evento. Um trato entre os dois foi firmado, nenhum comentário sobre o assunto durante a festa. E assim, a diversão com os amigos e a presença de belas garotas na festa foi um grande chá de esquecimento para os rapazes sobre o ocorrido. Um gole daqui, outro dali, e na hora de pagar a conta Marcelo percebeu que tinha esquecido sua carteira em casa, então, seu irmão foi o responsável pelo pagamento de todas as despesas naquela noite.
O dia já estava quase amanhecendo a festa terminava, e a promessa de ser melhor ainda no próximo ano. Os irmãos voltavam para a casa pelo mesmo caminho que viera. Não sei se foi à bebida, mas realmente já nem lembrava que havia presenciado uma execução antes da festa.
Uma grande movimentação de curiosos. Policiais e peritos faziam uma investigação criminal, o corpo ainda estava no local, intacto, e todo os projeteis cravados no peito. Alguém nunca visto na cidade, e ninguém se arriscava a dizer.
Os rapazes se aproximam. Um grande silêncio abafa ainda mais o ambiente enquanto o primeiro raio do sol aparecia no céu. Um policial cochicha, a multidão também, um perito olha um documento de identidade, de uma carteira encontrada a beira do matagal. Um investigador observa rastros na lama. A certeza de ser os mesmo daqueles tênis de marca falsificada. Ouve-se a voz estrondosa do delegado. - Final das investigações! Algemem os dois!

terça-feira, maio 23, 2017

FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO: SUJEITO E PREDICADO



Frase: é todo enunciado capaz de transmitir, a quem nos ouve ou lê, tudo o que pensamos, queremos ou sentimos.
Ex.: Socorro! / Muito obrigado! / Cheguei cedo.

Oração: é a frase de estrutura sintática que apresenta, normalmente, sujeito e predicado e, excepcionalmente, só o predicado.
Ex.: A menina banhou-se na cachoeira.
A menina: sujeito / banhou-se na cachoeira: predicado

Núcleo de um termo: é a palavra principal (geralmente um substantivo, pronome ou verbo), que encerra a essência de sua significação.
Ex.: O amigo retardatário concluiu a prova de ciclismo.
amigo: núcleo do sujeito
concluiu: núcleo do predicado

Período: é a frase quando constituída de uma só oração.
Ex.: Eu quero paz.

No período simples há um só verbo. O período é composto quando formado por mais de uma oração.
Ex.: O líder disse que a equipe precisa de mais ânimo.
No período composto há mais de um verbo (ou locução verbal).

A oração do período simples chama-se absoluta.

TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO

São dois os termos que normalmente compõem uma oração:
Sujeito: é o ser da oração a quem o verbo se refere e sobre o qual se faz uma declaração.
Predicado: é o termo que, através de um verbo, declara algo a respeito do sujeito.
Ex.: Meu pensamento é um rio subterrâneo.
Meu pensamento: sujeito
É um rio subterrâneo: predicado
Lá vai a procissão da igreja do Rosário.
A procissão da igreja do Rosário: sujeito
Lá vai: predicado

Sujeito: é constituído por uma palavra substantiva (substantivo, pronome ou qualquer outro vocábulo substantivo), a que chamamos de núcleo, podendo ser acompanhada de termos acessórios de especificação (artigos, adjetivos, locuções adjetivas, numerais, pronomes).
Ex.: O estudante desengonçado apresentou um ótimo trabalho.
Estudante: núcleo do sujeito
O / desengonçado: termos acessórios

Classificação do sujeito

O sujeito é determinado quando o ser a que o verbo da oração se refere é conhecido.

Ex.: Seu Ribeiro enraizou-se na capital.
Seu Ribeiro: sujeito

Obs.: O sujeito determinado pode ser simples, composto ou desinencial, e pode vir expresso diretamente ou ser identificado numa oração precedente ou através da desinência verbal.

Sujeito Simples: formado por um só núcleo.
Ex.: Os sinos silenciam.

Sujeito Composto: formado por mais de um núcleo.
Ex.: Pais, professores e alunos precisam valorizar a escola.

Sujeito Desinencial: identificado pela desinência verbal ou por estar expresso numa oração precedente.
Ex.: Estávamos na sala de visitas. (Nós)

Obs.: O sujeito desinencial pode também ser chamado de implícito, elíptico ou oculto.

Sujeito Indeterminado: quando existe um ser a que o verbo da oração se refere, mas não pode ser determinado.
Ex.: Poluíram os rios.
Lê-se mais na internet do que nos livros.
Precisa-se de empregada doméstica.

Obs.: com o pronome (se), pode ocorrer sujeito determinado ou sujeito indeterminado.
Sujeito determinado: o verbo obrigatoriamente é transitivo direto e encontra-se na voz passiva sintética. O sujeito recebe a ação verbal, ou seja, é um sujeito paciente.
Ex.: Ouviram-se tiros espaçados.
Tiros espaçados: sujeito paciente
Tiros espaçados foram ouvidos.
Tiros espaçados: sujeito simples

Sujeito indeterminado: o verbo é transitivo indireto ou intransitivo, e a ação verbal não é atribuída a ser algum. O pronome que acompanha o verbo é classificado como índice de indeterminação do sujeito.

Ex.: Precisa-se de empregada doméstica.
Chegaram-se com as encomendas.
Come-se bem naquele restaurante.

Oração sem sujeito: ocorre quando não existe um ser a quem a ação verbal pode ser atribuída.

Nas orações sem sujeito temos:
Verbos que exprimem fenômenos da natureza.
Ex.: Não ventava. / No dia seguinte choveu.
Verbo haver de existir ou indicando tempo:
Ex.: Havia muita gente naquele local. / Este caso aconteceu há muito tempo.
Verbo ser e fazer quando exprimem tempo cronológico ou meteorológico:
Ex.: Eram sete horas da noite. / Faz um calor insuportável.

Predicado: noções preliminares

Quanto a seu significado, um verbo pode indicar ação ou estado.

Verbo de ação: é o que nomeia de modo geral um movimento que se atribui ao sujeito: dormir, comprar, precisar, oferecer, pensar etc.
Ex.: Juliana comprou um livro.

Verbo de estado: é o que expressa a maneira como se encontra o sujeito: ser, estar, permanecer, ficar etc.
Ex.: Juliana era estudiosa.

Predicação: diz espeito à maneira como os verbos de ação e de estado se apresentam em orações em função da transitividade. Assim, quanto à predicação podemos classificar os verbos em: intransitivos, transitivos e de ligação.

Verbo intransitivo: é o verbo que concentra em si todo o significado, sem necessitar de complemento, embora possa ser acompanhada de circunstâncias (de tempo, lugar, intensidade etc).
Ex.: Antônio partiu. / Corri muito. / Chegou cedo.

Verbo transitivo: é o verbo cujo significado necessita de complementação. Esse complemento pode ser:

Resultado de uma ação: fazer bolo. / construir edifício. / redigir a dissertação.

Alvo da ação: comprar o presente. / buscar a realização. / amar os pais.

Destinatários da ação: doar às igrejas. / enviar aos dirigentes. / sugerir ao chefe.

O verbo será transitivo direto se o complemento ligar-se a ele sem preposição obrigatória.
Ex.: O velho abriu a porta.

O verbo será transitivo indireto se o complemento ligar-se a ele através de preposição obrigatória.
Ex.: O gerente assistia à cena.

O verbo será transitivo direto e indireto se necessitar de dois complementos: um sem preposição e outro com preposição obrigatória.
Ex.: Mariana escreveu a carta ao namorado.

Verbo de ligação: é o verbo de estado que relaciona o sujeito a uma qualidade.
Ex.: Brasília é uma linda cidade.

Complementos verbais

Objeto direto: é o complemento que se liga sem preposição obrigatória a um verbo de sentido completo.
Ex.: Compramos um carro novo.

Objeto direto pleonástico: é o objeto direto que se repete por questões de ênfase.
A vida, o tempo a consome.

Objeto direto: a vida
Objeto direto pleonástico: a

Objeto indireto: é o complemento que se liga através de preposição obrigatória a um verbo de sentido incompleto.
Ex.: Precisamos de novas informações.

Objeto indireto pleonástico: é o objeto indireto que se repete por questões de ênfase:
Ex.: Ao indiscreto, não lhe confio nada.

Objeto indireto pronominal: é o objeto indireto constituído por pronomes pessoais átonos.
Ex.: Não lhes devo satisfação. / O vendedor não me entregou a nota fiscal.

Tipos de predicado

O predicado é classificado de acordo com a função que desempenha.

Predicado nominal: é o predicado que, formado por um verbo de ligação, atribui uma qualidade ao sujeito. Essa qualidade é chamada de predicativo do sujeito.
Ex.: Luciano parecia animado.
Verbo de ligação: parecia
Predicativo do sujeito: animado
Obs.: O núcleo do predicado nominal sempre é formado por um nome (substantivo, adjetivo ou pronome).

Predicado verbal: é o predicado que, formado por um verbo transitivo ou intransitivo, atribui uma ação ao sujeito.
João acordou cedo.
Obs.: O núcleo do predicado verbal é o verbo.

Predicado verbo-nominal (verbo de ação + predicativo): é o predicado que, formado por um verbo transitivo ou intransitivo, atribui uma ação ao sujeito e uma qualidade ao sujeito ao sujeito ou ao objeto.

Predicado verbo-nominal com predicativo do sujeito: apresenta uma ação e uma qualidade do sujeito no momento em que essa ação se realiza:
Ex.: João acordou doente.
Verbo intransitivo: acordou
Predicativo do sujeito: doente

Predicado verbo-nominal com predicativo do objeto: apresenta uma ação e atribui ao objeto uma qualidade que resulta dessa ação. A essa qualidade que se relaciona ao objeto através do verbo chamamos predicativo do objeto.
Ex.: O juiz considerou o assassino culpado.
Verbo transitivo direto: considerou
Objeto direto: o assassino
Qualidade que resulta da ação: culpado.

Referências

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
MAIA, João Domingues. Gramática: teoria e exercícios. 4. ed. São Paulo: Ática, 1994.
PIMENTEL, Carlos. Português descomplicado. São Paulo: Saraiva, 2004.
 Observação: Este material foi editado para ser usado em sala de aula gratuitamente.

Postagens populares

SUPERLETRADOS

SUPERLETRADOS
O BLOG DA GALERA DA ESCOLA